A palavra sendo inquieta
O Reflexo de nós mesmos

Na busca de sempre querer o seu melhor, e somente o seu, o ser humano, em geral, acaba fechando os olhos para algumas falhas da sociedade atual, De modo que deixa, às vezes, de ajudar um indigente com alguns centavos para te-los para si e utiliza-los de modo menos importante, uma lástima. Porém, ao observar o porquê desse ato, percebe-se que não deixa de ser um reflexo a atitudes posteriores de alguns, que ao receber uma caridade, vão comprar cigarros ou bebidas, o que torna a doação não só desnecessária quanto prejudicial àquele que a recebe e não lhe da um destino correto.

Em virtude de ações como essas que a sociedade e o mundo atual estão em calamidade, ou em lamentável desumanação representada na negação de uma caridade, ou na não acolhida de alguém. Todas essas posições são ruins, desvalorizam a evolução humana, mas devemos visar o fim delas, para que pudesse em mais pontos haver um avanço sociológico. Mas, infelizmente, tenho que dizer com toda certeza que isso não irá acontecer, chegamos a um ponto onde essa situação está tão deplorável que não mais há uma possibilidade de melhora, não enquanto o ser humano se utilizar de todas as oportunidades para tirar proveito de uma situação, despreocupando-se com a surrupia a alguém.

Então, com as análises, notamos que quem prejudica a sociedade é tão somente aquele que nela vive aquele que se utiliza maldosamente de uma ajuda oferecida por alguém de bom coração, é o mesmo que tira dele próprio as chances de alguém de melhor coração ainda o tirar das ruas e dar a ele uma oportunidade de vida melhor. Apenas temos de lamentar, e aproveitar se a nós for concedida uma oportunidade, fazendo dela a de melhor reflexos posteriores, pois como diziam em um antigo ditado: “aqui se faz, aqui se paga.

Guilherme Wollmann

OBS: Este texto foi produzido durante a aula de Português e tem como base a história do filme: “Um sonho possível”. Que por sinal é muito bom e os recomendo.

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Essa e é uma musica da banda Moveis Coloniais de Acaju, a todos que acharam o nome estranho e riram de quando eu ouvia, escute ae, aposto que vai gostar, um som legal, bem animado, galera gente fina, e do movimento musica pra baixar!

"Se não for devagar, que ao menos seja eterno assim … Distante é divagar, perto passa bem depressa assim."

mais sobre a banda tu encontra aqui oh: http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/

segue a letra da musica:

O TEMPO

Moveis Coloniais de Acaju

A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Parece que até jantei
Com toda a família e sei
Que seu avô gosta de discutir
Que sua avó gosta de ouvir você dizer que vai fazer

O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim

Espero o dia que vem
Pra ver se te vejo
E faço o tempo esperar como esperei
A eternidade se passar nos dois segundos sem você
Agora eu já nem sei
Se hoje foi anteontem
Me perdi lembrando o teu olhar
O meu futuro é esperar pelo presente de fazer

O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Distante é devagar
Perto passa bem depressa assim

Pra mim, pra mim
Laiá, lalaiá

Se o tempo se abrir talvez
Entenda a razão de ser
De não querer sentar pra discutir
De fazer birra toda vez que peço tempo pra me ouvir
A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim

Eu que nunca discuti o amor
Não vejo como me render
Ah, será que o tempo tem tempo pra amar?
Ou só me quer tão só?
E então se tudo passa em branco eu vou pesar
A cor da minha angústia e no olhar
Saber que o tempo vai ter que esperar

E o tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim

A indústria musical na construção de um planeta sustentavel

Este é um texto que apresenta a justificativa para o projeto, cujo nome é o titulo do post, ele foi feito por mim, pela Thais haubert (@hauberthais ) e pelo professor Fabio, ele criou o inicio, a Thais complementou mais um paragrafo e eu o completei, tornaundo-o assim algo com duas laudas e meia, então ae vai ele, espero que gostem, entendam o projeto, e apoiem:

Considerando o baixo acesso da população à cultura e, sobretudo à cultura musical, urge repensar a lei dos direitos autorais. Portanto o desafio se impõe.Então, o estudo que apresentaremos pretende refletir sobre acessibilidade restrita à cultura musical que a referida lei impõe. Assim neste estudo, ousaremos apresentar um espaço de reflexão crítica através do qual seja possível questionar os pressupostos e os fundamentos legais dos direitos autorais.

Cremos que tais pressupostos privam o acesso de milhares, ou melhor, milhões de pessoas que não conseguem usufruir da cultura musical. Queremos esclarecer que o apelo para a mudança na Lei Dos direitos Autorais (Lei Nº 9.610/98) seja feita de uma maneira que não prejudique nenhum outro meio. Como sabemos a lei hoje não corresponde com os desafios colocados pela sociedade da informação, pelas novas tecnologias, pelas novas formas de produção e distribuição de informação, cultura e conhecimento, por isso nosso apelo para que a mudança seja feita e a música consiga alcançar todas as classes sociais.

A modificação da lei que está sendo proposta reflete o anseio de muitas pessoas, estudantes, pesquisadores e professores, instituições que precisam preservar o patrimônio nacional, consumidores, criadores que necessitam de seu reconhecimento pela produção intelectual e artística, entre outros. Com isso poderemos colocar o Brasil ao lado de todos os países democráticos do mundo, que atuam na supervisão e regulação dessa área, de importância cada vez maior para a Economia da Cultura.

Enfim, cremos que o nosso estudo será inovador, mas não pretende ser conclusivo. Ou seja, quer propor um questionamento para que possamos superar barreiras colocadas pelo senso comum em relação dos direitos autorais.

            O pensamento segue a partir de uma ideia socialista, onde todos podem evoluir juntos, tanto os que criam a música quanto aqueles que a “consomem”, dando a esse direito de usufruir de um disco do modo que lhe convém (exceto para fins lucrativos), pois está pagando pelo mesmo, e no modo virtual, este tem direito de repassá-la às seus amigos e demais pessoas da rede, para que assim contribua com o artista sob o ponto em que faz disto uma divulgação das músicas por ele repassadas.

            Não somente o artista e o consumidor são beneficiados com a proposta apresentada, o meio ambiente também será poupado de extrações com isso, onde que se utilizando a música mais por forma virtual, deixa-se de usar algumas mídias concretas, como CDs e discos, fazendo disso uma menor utilização da natureza na reprodução sonora, e com isso gerando um ponto de contato entre o tema proposto e a ideia de sustentabilidade, que vem sendo tão discutida, onde assim o ser humano e a natureza progridem constantemente.

            Mas o fato que mais impulsiona ao grupo, e a todos os seguidores do Movimento Musica para baixar, é a pouca acessibilidade da população à música, onde que para termos acesso ao CD de uma banda devemos tirar do nosso bolso um estimado valor que deixa de se ser um dinheiro pra uma possível compra de comida por exemplo, pra se tornar um dinheiro dedicado ao lazer, pois se não fizer essa troca, não cabe a ele o direito de ouvi-la, porém esta ai exposto outro questionamento, isso é justo? Se tivermos a disponibilidade de fazer o download de musicas, gravá-las e repassá-las a alguém de menor disponibilidade financeira, essa pessoa poderá usar esse dinheiro de modo que lhe trará retorno no ponto de vista da saúde, ou onde lhe melhor lhe convir, e tornara assim a musica algo realmente de lazer, onde pra ouvir aquilo ela não precisa abrir mão de algo mais importante, e mesmo assim poderá usufruir de algo com significado tão grande hoje para o ser humano que é a música.

            Além de excludente nesse ponto o atual formato da indústria musical no Brasil, é também pouco favorecido aqueles que estão dando início a sua carreira musical, pois pra ser “inserido” nesse meio, o caminho mais fácil, para aqueles que elas escolhem, é por meio de uma gravadora, porém, o que essa empresa faz é comprar os direitos da música do autor, o que se torna não justo, a música foi feita por ele, deve ser dele do inicio ao fim do processo, a gravadora apartir do momento em que fecha um contrato com a banda passa de imediato a mandar nas músicas podendo executá-las onde e como achar melhor, e para que essa música chega a boca do povo se dispõe a participar do que, no nosso ponto de vista, é a prática mais excludente de toda a mídia e indústria, a prática do JABA.

            Esmiuçando tal prática, ela consiste em pagar uma taxa para a mídia para aparecer ou tocar a sua música na mesma, ou seja, eu pago a rádio e ela toca a minha música, com isso, apenas aquele que tem dinheiro consegue ter suas músicas veiculadas na mídia, o que dificulta determinantemente a projeção de um novo artista já que grande parte não tem verba suficiente para compactar com o JABA. Perante alguns fatos aqui redigidos, cremos ter justificado um pouco da essência do projeto que estamos propondo, sempre com o intuito de ajudar o máximo de pessoas possível, fazendo desse estudo algo para reflexão de todos, e mudança de quem achar justo e se juntar a nós em busca de mais um avanço da sociedade.

Gostou? não? aah comenta ae e da a tua opinião!

A poesia prevalece

        

 O Teatro Magico, “aaaaaaah lá vem o Guilherme fala de novo dessa trupe, que cara chato!” to nem ai, sou chato sim, sou chato porque sou apaixonado pela arte dessa galera, o que os caras fazem, na minha opinião, é algo fora do comum, falar o que eles unem e como são, é algo muito facil, não tem mais graça, todo mundo fala, a questão é como eles fazem agente sentir a poesia. O Teatro Magico para alguem gostar deve sem duvida sempre “ouvir com outros olhos” não adianta, se tu quiser ouvir algo bagaçeiro pra ficar rebolando, esse não é o lugar, com eles você encontra algo que sente, aquele sentimento que ta guardado, mas que ta ali, em alguma canção tenho que certeza que ela ta representadado.

Alem de falar e expressar algumas das angustias eles fazem tambem com que fiquemos abismados com as maravilhas visuais, a linda Gabriela Veiga em seu tecido, é de encantar a qualquer um, não sei mais muito bem como ficar aqui escrevendo sobre eles, é algo que pode parecer exagero, mas quando vejo outros fãs da trupe, vejo pessoas como eu, que estão extremamente surpreendidas com a obra, daonde vem tanta criatividade? Tanta compreensão?
Não foram duas nem três vezes que quando eu ouvi uma musica pela primeira vez, ela não vez sentido algum, “olha soh “eu choro café e você chora leite”, o que isso ae quer dizer? aaah nada a ve… ” então pare, reflita, neste momento, se você chorar havera alguém que chorará tambem? eu choro café estando angustiado, querendo ver aquela que eu amo, mas a distancia nos separa, e ela lá, chora leite, tentando amenizar a saudade, o nosso choro se completa, forma um lindo e não menos poético “café com leite”.
Poderia passar horas aqui escrevendo exemplos, mas faça você mesmo, escute uma de suas musicas, se não fizer sentido escute-a denovo, com outros olhos, há de fazer.

 

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Livre-arbítrio, a livre decisão de optar, somente isso?

O Livre-arbítrio trata-se da livre opção de escolha, da liberdade de modo geral, onde cada um tem o “poder” de escolher o que bem quiser fazer, desde as escolhas mais simples até as mais complexas, desde o que comer até em quem votar, porém não para por ai, o fato de decidir o que fazer é fácil, o difícil é arcar com as conseqüências de suas escolhas, é preciso sempre ter ciência das coisas pelas quais optar, elas são quem definem o seu ser, as escolhas são o que trilham a sua vida, é a partir do momento em que escolhemos por um profissão que entramos no mercado de trabalho pra “escrever” o nosso futuro, e essas decisões podem ser de resultado momentâneo ou futuro, mas todas as suas escolhas estão a sua frente pelo tão importante poder do livre-arbítrio.
Já estava ciente que teria de escrever sobre este tema, e ao ver a participação de Caetano Veloso no programa CQC, da Band, no dia dezenove de julho após responder brilhantemente a uma pergunta, me veio de modo concreto que aquilo que dissera se encaixava perfeitamente no tema do livre-arbítrio, da opção de escolha, a situação foi a seguinte; um cidadão comum fez o seguinte questionamento a Caetano: “ Você é a favor da legalização da maconha?” e ai então vem a brilhante resposta que me chamou demais atenção e que representa bem esse tema, ele respondeu da seguinte forma: “eu sou a favor da legalização de todas as drogas e do controle e da educação da população contra o uso”, pode parecer sem noção, discurso mal feito, mas paremos agora então para analisar o conteúdo dessa fala.
O que Caetano se refere, não é que ele, e faço dele as minhas palavras, com isso, não queremos que todas as drogas se tornem licitas e que a população fique cada vez mais próxima a isso e todos se tornem usuários liberais da droga. O que queremos mostrar é uma situação hipotética e hoje talvez até impossível, onde se diz que o que se deve é permitir ao ser humano um livre-arbítrio sobre as drogas, todos estão completamente livres para usar das quais julgarem ser de seu gosto, porém para que isso aconteça é preciso uma educação a população, pois o que queremos é que mesmo que as drogas se tornem legais as pessoas não as usem, que as pessoas não sejam usuários da droga por que não querem, porque sabem que aquilo faz mal a ela, deixam-a viciada e diversos malefícios sabido por muitos, e não porque ela é proibida.
Dentre todas as funções do Livre-arbítrio na minha visão a mais importante é a que ele trás para nós obrigatoriamente o conhecimento, para optar por algo devemos conhecer esse algo, saber as possíveis conseqüências, e com isso faz-nos crescer também, o conhecimento que temos nunca será o suficiente, devemos sempre buscar mais, e tudo aquilo que nos instiga a conhecer deve ser visto com bons olhos, tudo aquilo que nos faz seres humanos melhores devemos valorizar, contudo, o livre-arbitrio é muito mais que uma simples permissão de escolha é um direito, um caminho ao conhecimento.

Obrigado aqueles que leram.

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É preciso movimentar-se!

Não adquiri o habito ainda de postar coisas por aqui, creio que para aqui aparecer tem de ser algo bem pensado, porém, estando meio de lado não quero deixar que se perca esta ideia, é mais um meio interessante onde eu consigo me expressar e mostrar minhas opiniões e inquietações com o que vem me sercando.
No momento tenho me dedicado muito ao projeto criado por mim e pela Thais, acho fundamental ter total empenho a ele, por mais que não seja um tema que mude a minha vida de forma profissional, a música esta sim nela de modo que sou um consumidor da mesma, sim hoje sou um consumidor da mesma, infelizmente sou, e não é por opção minha não, a industria musical me leva a isso, afinal, consumidor me tras a mente aquele que pagou, que comprou algo pra fazer uso daquilo, e é o que erradamente todos somos, afinal sem comprarmos como faremos pra ouvir musica de modo legal?
"AAAAh Guilherme burro, baixa ae as musicas, nao precisa pagar, é só baixar lah" não, não é simplesmente baixar lá, hoje isso é uma prática ilegal, tem leis que punem isso, uma lei que vem sendo muito discutida e que, se tudo der certo, futuramente dará abertura a isso, mas hoje, na metade do ano de dois mil e dez, ainda é algo ilegal, é com muito pesar que digo isso, mas é.
e agora pergunto duas coisas, você concorda com isso? se não, o que esta fazendo para mudar isso ai? Eu não concordo, sou radicalmente contra a criminalização do download, existem outros meios do artista ganhar dinheiro não precisa privar de tal forma sua música somente visando o seu lucro, temos que pensar também naqueles que tem menos disponibilidade financeira, eles também tem direito a isso, eles também merecem ouvir uma boa música, sem ter de usar seu suado dinheiro de forma exagerada, afinal uma pessoa pobre, conta suas moedas para comprar comida, como faz pra ouvir seu artista favorito se o CD dele custa em torno de vinte reais? alguém ae sabe me explicar?
Então perante tudo isso, vem a inquietação para todos nós, é preciso movimentar-nos, para mudar isso, parados não mudamos absolutamente nada, se ficarmos parados, apenas veremos o nosso país sempre sendo dito como um dos países que mais priva a população de baixa rende a ter acesso a cultura. Mexa-se é para o bem!

Breve, volto para falar sobre o JABÁ, algo que me trás varias idéias, mas também, um pouco de revolta com sua pratica.

Obrigado aqueles que leram…

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Fazendo a minha parte para um futuro melhor

 

O Movimento Música para Baixar – MPB é uma iniciativa para conectar diversas áreas relacionadas como: música, arte tecnologia e comunicação colaborativa e espalhar suas propostas para o âmbito de diversos territórios, levando suas propostas para o maior numero de pessoas, extrapolando as fronteiras de um determinado gênero musical.
O MPB nasce da necessidade de envolver economicamente mais grupos culturais desse país, não com a lógica do mercado excludente, mas com uma nova relação capital e trabalho apontando para os conceitos e práticas da economia solidária. Atualmente há uma grande demanda de diferentes agentes culturais no sentido da geração de renda a partir daquilo que criam. Necessidade, também, de rever a prática do jabá nos veículos de comunicação, que corrompe e impede as manifestações culturais em nosso país. 
O MPB trás como exemplo a banda O Teatro Mágico que é na verdade uma trupe que já existe há seis anos e é símbolo da campanha, ela prova que este modo de trajetória funciona, afinal uma banda que tem mais de 150 apresentações em um ano e que mesmo apoiando a musica livre vendeu mais de 60 000 cópias prova bem que apesar de ter sua arte acessível a todos não perde seu valor que assim mesmo consegue se remunerar e também, que não é o que pensam vários artistas que não apóiam isso e acham que liberando suas músicas na internet perderão dinheiro, pessoas deixarão de ir aos seus shows e de comprar CDs.
Este movimento e também este debate, resumidamente, quer nos mostrar que a arte deve ser acessível a todos, pois hoje no Brasil tem órgãos que cobram do artista uma taxa, o já mencionado jabá, para que eles possam tocar em uma rádio ou até mesmo em uma festa, quando o artista vai fazer um show ele deve avisar o ECAD, órgão responsável, quais as músicas que serão tocadas no show, e se no meio do show o publico pede uma musica que não esta no playlist o artista não pode tocá-la, o que diante do nosso pensamento é errado, afinal a musica é dele ele que deve definir quando toca-la.
Outro ponto que o MPB visa, é “liberar” as bandas independentes das gravadoras, afinal, quando um musico assina contrato com uma gravadora é ela que determina como e onde vai tocar as músicas que ela “comprou”, uma das coisas ditas por Fernando Anitelli, vocalista do Teatro Mágico, é que na década passada ele ficou os primeiros cinco anos procurando uma gravadora e os cinco passou tentando “se livrar” da gravadora, pois ele havia gravado metade de suas músicas e o empresário mandou-o regravar tudo no ritmo de sertanejo universitário, ou seja queria mudar a sua musica para o “embalo” atual, porém se não desse certo, e ele já tivesse feito o seu CD aqueles discos iriam pra “gaveta” e ele não poderia nem mesmo mais cantar suas musicas que seriam de direito da gravadora.